New York Times: maior no Twitter do que no papel

Jornal norte-americano possui mais seguidores no microblog do que o número total de sua circulação impressa

Postado em 25/11/2010


Jornal norte-americano possui mais seguidores no microblog do que o número total de sua circulação impressa

Enquanto ainda se discute a respeito do futuro dos jornais impressos em uma era de informação digital, no caso de um dos maiores e mais famosos jornais do planeta – o The New York Times – as redes sociais já venceram o papel.

Quem poderia imaginar por exemplo na década de 80 que o jornal seria batido, hoje vemos a concorrência acirrada pela mídia, mas a cada dia percebe-se que “digital” leva vantagem.

De acordo com uma pesquisa feita com os principais títulos norte-americanos, o número de seguidores do New York Times no Twitter já ultrapassou o número de circulação do jornal impresso. Atualmente, mais de 2,6 milhões de internautas seguem o perfil do jornal no microblog, acompanhando as noticias e publicações ali postadas.

O numero é bastante expressivo se comparado com o segundo colocado da lista dos jornais com maiores seguidores do Twitter. Enquanto o NYT ultrapassa a marca de 2,6 milhões, o Wall Street Journal fica na segunda colocação com pouco mais de 464 mil seguidores.

O NYT foi um dos primeiros dos grandes jornais dos Estados Unidos a lançar um perfil no microblog. Confira a lista dos 10 jornais norte-americanos com mais seguidores no Twitter (e seus respectivos perfis).

1- New York Times (2,668 milhões de seguidores) – @nytimes
2- Wall Street Journal (464 mil) – @wsj
3- Washington Post (204 mil) – @washingtonpost
4- L.A Times (83 mil) – @latimes
5- USA Today (72 mil) – @usatoday
6- New York Post (57 mil) – @newyorkpost
7- Cleveland dotcom (38 mil) – @clevelanddotcom
8- Chicago Tribune (34 mil) – @chicagotribune
9- Denver Post (32 mil) – @denverpost
10- Dallas News (24 mil) – @dallas_news

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Mundo terá mais de 2 bilhões de internautas

Postado em 25/11/2010


A previsão é que atté o final deste ano de 2010, o mundo deverá ultrapassar o total de dois bilhões de internautas. A previsão foi feita por uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) e divulgada nesta terça-feira 16.

Segundo os dados revelados, o número de usuários de internet dobrou no planeta nos últimos cinco anos e, somente em 2010, 226 milhões de novos usuários passarão a se conectar à rede mundial de computadores. De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UTI), destes novos internautas, 162 milhões pertencerão a países em desenvolvimento.

Ainda seguindo o relatório, ao final de 2010, 71% da população dos países desenvolvidos estará conectada à internet. Apesar da forte difusão da rede em nações em desenvolvimento, o percentual populacional desses países que possuem acesso à rede ainda ficará em 21% até o final de 2010.

As empresas pensam dia pós dia em maneiras de atingir esse publico avassala dor que entra na internet e torna possíveis novos consumidores.

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A falta de mão de obra na área digital

Postado em 25/11/2010


Os números do Projeto Inter-Meios mostram que a internet é o meio que mais cresce seu faturamento publicitário no Brasil nos últimos anos. No primeiro semestre de 2010, o salto foi de 36,7% frente ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 539,2 milhões, o que lhe dá uma fatia de 4,3% do bolo nacional. As perspectivas para o futuro nem de longe passam por queda ou estabilidade, uma vez que o amadurecimento da internet vem atraindo novos anunciantes e verbas cada vez mais robustas daqueles que já têm como prática a utilização do meio.

Ao mesmo tempo em que esse cenário é celebrado, porém, um problema assola o mercado digital: a escassez de profissionais que dominem ou estejam comprometidos em desbravar o universo da publicidade online. Segundo Luciana Bastos, diretora da área voltada ao recrutamento digital da The Talent Business, os problemas para contratação estão em todas as disciplinas e abrangem os mais variados níveis de experiência, sendo que os cargos que exigem maior maturidade apresentam demanda mais latente.

“Capacidade de liderança e habilidade para gerenciamento de conflitos são algumas das características cada vez mais necessárias e mais difíceis de serem reunidas em um profissional”, comenta. “Isso se deve em parte ao aumento no número de funcionários mais novos contratados para suprir a demanda imediata das agências”, explica. 

Apesar disso, Luciana vê como positivo e inevitável o aumento de jovens profissionais na cadeia digital. Para ela, é preciso apenas que as agências e outros empregadores passem a investir pesado em capacitação para formar líderes no médio prazo. Sua opinião é compartilhada por César Paz, presidente da Associação Brasileira das Agências Digitais (Abradi) e da AG2 Publicis Modem.

Segundo ele, se não for feito um trabalho de base com esses jovens talentos, muito em breve os salários pagos a pessoas sem a experiência desejada chegarão a níveis tão absurdos a ponto de encarecerem os serviços prestados e prejudicarem o desenvolvimento sustentável do setor. “As agências digitais crescem, em média, 30% ao ano. Não há desemprego nesse setor, sendo que qualquer agência de médio porte tem entre 10 e 15 vagas em aberto. Nesse cenário, a rotatividade é inevitável e alterá-lo exige menos apelo salarial e mais propostas diferenciadas de projetos e desafios”, acredita Paz.

Para Vinícius Reis, CEO da Euro RSCG 4D Brasil, a falta de equilíbrio entre competência e salário vem se tornando o grande desafio para a ampliação de sua equipe. “Carrego comigo a pesquisa da Abradi sobre cargos e salários para ter coerência na hora de contratar. O problema é que, com frequência, não consigo me distanciar dos valores máximos impressos no levantamento”, conta. “Trata-se de um círculo vicioso em que os seniores são muito valorizados e escassos, o que acaba encarecendo toda a cadeia com profissionais intermediários e juniores. Isso acarreta em uma dificuldade até mesmo para recrutar gente nova e formar mão de obra”, acrescenta Reis.

Sobram oportunidades

Arquitetos de informação, programadores, gerentes de projetos, analistas de search marketing. Para todos esses cargos existem demandas não atendidas. No entanto, entre os inúmeros postos que sofrem com carência de mão de obra especializada, a bola da vez no mundo online é o profissional dedicado ao planejamento.

“Uma pessoa capaz de pensar a comunicação de maneira estratégica mesclando visões dos mundos on e off-line, mas tratando o digital como centro da comunicação está muito difícil de encontrar. Além disso, o mercado digital precisa cada vez mais de profissionais apaixonados pelos problemas do cliente e que estejam preparados para pensarem suas carreiras no médio prazo”, acredita Fabiano Coura, diretor de planejamento da R/GA.

Para o executivo, existe ainda uma quantidade razoável de profissionais empregados e não satisfeitos com o que fazem. “Encontrar essas pessoas que, no geral, são movidas pelo desafio e pela vontade de fazer o mercado evoluir pode ser uma fórmula de sucesso diante desse cenário”, afirma. 

Outra agência de renome internacional recém-chegada ao mercado nacional, a Razorfish está em constante processo de busca por mão de obra. Para Fernando Tassinari, diretor geral da operação brasileira, porém, as dificuldades em encontrar profissionais ainda não têm sido alarmante a ponto de fazer a “roda travar”. “Fazemos as escolhas muito baseadas em indicação. Claro que os processos de recrutamento não são rápidos e precisam ser bem pensados, mas estamos também dispostos a desenvolver os talentos que aparecem”, conta Tassinari. 

De acordo com Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, todos os dias a entidade recebe ligações de pessoas em busca de recomendações para vagas em aberto. Há também uma grande quantidade de executivos empregados em busca de novos desafios. Tendo isso em vista, o IAB trabalha em uma ferramenta para fazer a ponte entre candidatos e empregadores funcionando como um banco de currículos do setor.

“Anunciantes também estão em busca de pessoas para fazerem a interface com as agências digitais e que entendam o mercado. Isso também vem aumentando a concorrência por talentos”, comenta Meneghini. “É por isso que essa gestão tem como prioridade as parcerias com escolas e universidades como forma de auxiliar na formação de mão de obra”, coloca.

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ID Sign

Postado em 20/11/2010


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