Compartilhar é assustador?

Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia, apresentou o conceito “sharing is caring”

Postado em 28/04/2010


Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia, apresentou o conceito “sharing is caring”

O ProXXIma Garage recebeu a gerente de marketing do Ibope Mídia, Juliana Sawaia, para apresentar o conceito “sharing is caring”, relativo à era do compartilhamento em que vivemos. Introduzindo o conceito através do trocadilho (is caring pode ser ouvido como scaring, assustador), ela começou explicando que na era do sharing, as pessoas se importam mais com a qualidade da informação do que com o lugar onde a encontram – graças às novas formas de se consumir conteúdo e informação.

O (cada vez maior) fortalecimento da internet no cotidiano deu um novo ritmo para o comportamento midiático. Isso porque os relacionamentos vêm tomando outras formas – o que é exemplificado pelo fato de que 16% das pessoas preferem falar virtualmente com seus conhecidos do que pessoalmente. No Brasil, as redes sociais alcançam 86% das pessoas com acesso à internet, o que demonstra um fenômeno social: o comportamento das pessoas, assim como das marcas, passa a ser influenciado pelos meios. Isso mostra que vivemos uma fase de revolução no consumo, e que isto não está mais nas mãos das empresas.

Com a instantaneidade que a internet proporciona, reclamar ou elogiar uma marca através das redes sociais acaba causando mais impacto do que se pode imaginar. O Twitter, por exemplo, faz com que uma crítica a determinada empresa potencialize-se através dos seguidores daquele que a faz. A mesma coisa acontece com os elogios. Desta forma, a partir do momento em que a divulgação de determinada marca deixa de ser propaganda para ser conversa, passa a ser um processo mais cauteloso, principalmente para as marcas.

Para finalizar, Juliana apresentou também o Buzzmetrics, ferramenta já consagrada no exterior e que chega ao Brasil a partir do mês que vem. A ferramenta procura ajudar a compreender e codificar conversas (em blogs, comunidades, redes sociais, etc) com o intuito de achar um resultado para análise, que permita às marcas ter conhecimento de tudo que é falado a respeito delas. Um monitoramento extremamente necessário – e que já deveria ter sido adotado pelas empresas brasileiras – sobre o principal conceito desta era: o compartilhamento.

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Virid aposta no videoMail para vendas de produtos na web

Estratégia é lançar campanhas na internet utilizando novo recurso visual

Postado em 28/04/2010


Estratégia é lançar campanhas na internet utilizando novo recurso visual

Uma imagem diz mais do que mil palavras. Essa máxima deve ter sido a fonte de inspiração da Virid para a criação de uma nova ferramenta de divulgação via email na internet: o videoMail. Em parceria com o grupo Take 5, a empresa lança, na próxima quinta feira, 29, a inovadora proposta que deve chamar a atenção de diversas marcas que já utilizam o email como meio de divulgação de produtos.

O serviço oferecido pela Virid, para empresas de diversas áreas, traça o perfil dos clientes visando os interesses e a necessidade de cada um. Depois um e-mail marketing é enviado aos usuários com a proposta de oferecer um produto, a novidade é um vídeo promocional embutido nesse email, que facilita a interação do usuário com o produto.

“O intuito é usar o vídeo como uma ferramenta que chama a atenção dos usuários. O vídeo da vida as mensagens, além de vender muito mais”, explica Walter Sabini Jr, CEO da Virid. O fator que chama a atenção das empresas de um modo geral é que esse tipo de email aumenta a adesão por parte dos clientes em 30%.

Segundo Sabini, a cada 1 real gasto pela empresa que resolver aderir ao sistema, são R$ 42 reais de retorno. Outros benefícios podem ser apontados com o uso desse recurso: além de proporcionar ao cliente uma exposição melhor do produto, o videoMail também disponibiliza segurança para matérias confidenciais; possibilidade de mensuração dos acessos; e a opção de produção dos vídeos de acordo com a necessidade do cliente.

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O Facebook é o próximo canal

Para diretor da WebTrends, a rede social é extremamente poderosa, só que uma boa coleta de dados de comportamento dos consumidores no online só é possível se forem considerados todos os canais

Postado em 28/04/2010


Para diretor da WebTrends, a rede social é extremamente poderosa, só que uma boa coleta de dados de comportamento dos consumidores no online só é possível se forem considerados todos os canais

Ele tem 450 milhões de usuários e cerca de 4,5 bilhões de atualizações de usuários a cada semana. Além disso, desde novembro de 2009, é o site mais visitado do mundo, à frente inclusive do Google. Com esses dados, o diretor comercial da WebTrends, Sean Browning, não teve dúvidas em decretar: “O Facebook é o próximo canal a se olhar” .

“Mais importante do que a quantidade de pessoas que o utilizam é nível de detalhamento que ele permite. Você sabe quem são seus amigos, se eles jogam videogames e por aí vai”, disse o executivo, que se apresentou durante o ProXXIma Garage.

Não à toa, relembrou que grandes anunciantes como PepsiCo e Coca-Cola mudaram o destino de verbas no total de US$ 21 milhões que estavam destinados para a compra de comerciais durante o Super Bowl, o evento de maior audiência da televisão norte-americana, para ações na rede social.

Mas Browning lembrou que, independente da força que todas as plataformas digitais possuem isoladamente, a coleta de dados sobre comportamento dos consumidores só terá credibilidade se o sistema embarcar todos os canais, desde rede social, passando por acesso à internet móbile, e pelo tipo de produto que se compra via e-commerce. Cabe a empresas como a dele o trabalho de catalogar todas essas impressões vindas de todos os lados e organizar os dados para que eles se tornem relevantes para os anunciantes, que conhecerão de fato o seu cliente.

“Os canais são diferentes, mas a pessoa é única. Todos os dados obtidos a partir de um canal, como o tempo em que a pessoa ficou conectada a uma página, devem ser inseridos em um contexto que englobe todos os outros canais. Desse modo, não haverá o risco de a pessoa, por exemplo, receber exatamente a mesma mensagem por diversos canais”, avisou.

A grande vantagem de peneirar os consumidores e, posteriormente, enviar mensagens realmente relevantes para eles, está no bolso do anunciante. “Neste momento, as marcas querem estar em todos os lugares, mas isso custa dinheiro. As empresas precisam criar plataformas elegantes, eficientes e que permitam a coleta de dados de todo e qualquer lugar, para que possa interpretar e enviar a mensagem correta”, resumiu, dando como exemplos o próprio Facebook e os receptores de TV set-up boxes.

Um dos casos citados relatou como o New York Times controla o que ocorre em seu site, analisando coisas triviais como quais as notícias e editorias mais lidas, e também dados mais complexos, como detectar se as pessoas leram toda a matéria, e o tamanho da configuração da página que será acessada pela internet móbile, de acordo com o tipo de aparelho do consumidor, seja um Blackberry, seja iPhone, seja qualquer outro.

Ou seja, você e seu comportamento estão sendo monitorados, mas isso resultará em mensagens mais oportunas em seu e-mail, no celular, no Facebook e em qualquer outro canal de mídia.

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Finalizando Mês de Aniversário TANDA

Aproveitamos esta data para divulgar alguns trabalhos que fizemos esse mês de ABRIL de 2010.

Postado em 28/04/2010


Aproveitamos esta data para divulgar alguns trabalhos que fizemos esse mês de ABRIL de 2010.

A Prime Formaturas é uma empresa situada em Piracicaba que por intermédio de indicação e conhecendo nossos trabalhos nos procurou para dar continuidade no site ao qual já estava no ar, porém não estava conforme gostariam que ficasse.

A proposta foi manter o que já existia, mas tornar funcional, e com trabalho da TANDA tornou possível atender a expectativa do cliente.

acesse: www.primeformaturas.com.br

Outro trabalho desenvolvido foi da Distribuidora Almeida, uma empresa que presta serviço de panfletagem e pioneira no município de Campinas e região.

Nessa caso já possuia um site, mas para que pudesse apresentar melhor a empresa, resolveu investir reformulando todo o site, visite e conheça: www.distribuidoraalmeida.com.br

Em breve novos trabalhos serão apresentados!

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Governo estuda plano de banda larga e avalia alternativas

Autoridades analisam o uso de outras companhias no lugar da Telebras, como gestoras do Plano Nacional.

Postado em 15/04/2010


Autoridades analisam o uso de outras companhias no lugar da Telebras, como gestoras do Plano Nacional.

O presidente da Oi, Luis Eduardo Falco, foi convocado pela Casa Civil para conversar sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A ideia, sugerida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é que a Oi seja provedora do acesso final para os usuários do PNBL. 

Seria uma alternativa à ideia original do governo federal de ser o próprio gestor, via Telebrás, do acesso da last mile (última milha) da banda larga popular. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Oi afirma que a operadora não tem uma posição oficial sobre o assunto.

Aparentemente, a Oi não se animou com a proposta e, inclusive, deixou claro que o maior problema para a oferta de banda larga a um preço final médio de R$ 35 passa, necessariamente, por incentivos fiscais. Falco disse, à saída da reunião com o governo, que somente será possível oferecer alta velocidade (taxa de 600 Kbps) a R$ 35 se o governo entrar com incentivos fiscais. 

Sem esses incentivos, o preço desse acesso gira em torno de R$ 50. Sobre a proposta de administrar a last mile do PNBL, o presidente da Oi diz que tanto faz ser a Oi, a Embratel, a Intelig ou a Eletronet (a estatal que detém 16 mil Km de fibras ópticas e que, pela proposta original do governo, será gerenciada pela Telebrás para suportar o PNBL). Para Falco, uma combinação dos backbones (rede de fibras ópticas) dessas operadoras, por exemplo, poderia baratear a oferta do acesso rápido.

O debate sobre a gestão do PNBL prossegue mas há algumas indicações de que o governo não deixará nas mãos de uma única operadora a administração da rede nacional de banda larga. O PNBL prevê a implantação, até 2014, de banda larga em 4.278 municípios. Inicialmente, a previsão é que haja um projeto-piloto em 100 municípios. Estima-se que os investimentos no PNBL chegue a R$ 15 bilhões.

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