A Tanda completa 10 anos de história

Criada em abril de 2006 em Campinas, a Tanda Interativa vem fazendo história no mercado digital.

Postado em 19/04/2016


Conhecida por utilizar as mais novas ferramentas do mercado para desenvolvimento de sites, sistemas, geração de conteúdo e redes sociais, a Tanda Interativa completa esse mês 10 anos de existência e serviços bem prestados no mercado digital!

Podemos dizer que são poucas as agências que realmente nasceram focadas no mercado digital e que tem mais de 10 anos de vida. Quase todas são na verdade agências de publicidade que, nos últimos anos, começaram a prestar serviços online. A Tanda Interativa fica muito feliz em dizer que estamos acompanhando e contribuindo para a evolução do mercado digital há 10 anos, dedicando todos nossos esforços em ferramentas online e tecnologia para a web.

Em comemoração a esse aniversário, nós preparamos um hotsite com ofertas exclusivas de desenolvimento de site e divulgações para abril e maio, acesse agora e conheça mais.

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Você sabe o que é Métrica e KPI?

Entenda qual a diferença entre Métrica e KPI

Postado em 22/12/2015


 

Métrica no marketing digital é o indicador que mostra um especifico comportamento do usuário em seu site. Uma métrica é a forma robusta de um indicador, e geralmente não está associada a nenhuma Meta de Conversão.

Vejamos alguns exemplos de Métricas comuns do marketing digital:

  • Taxa de Visitas do Site

  • Quantidade de Visitantes Únicos

  • Qual a Taxa de Rejeição

O KPI é um dos dados retirado da métrica, que com dados matemáticos tenta explicar o atingimento de objetivos traçados para o visitante do site. Por isso, os KPIs estão sempre associados a uma determinada Meta de Conversão.

Exemplos de KPIs clássicos usados no marketing digital e no e-commerce:

  • Qual a Taxa de Conversão de Vendas

  • Quanto Tempo os usuários Permanecem no Site

  • Número de Assinaturas de Newsletter

Enquanto as Métricas mostram o comportamento dos visitantes no site, os KPIs refletem em números o desempenho do negócio em si. Métricas são informações e KPIs são resultados. As métricas costumam ser indicadores nativos de sistemas de monitoramento como o Google Analytics, enquanto os KPIs são indicadores definidos pelos próprios gestores do site para analisar o desempenho do negócio como um todo, e saber aonde pode ser melhorado.

Entender a estrutura tanto das métricas quanto dos KPIs é essencial para a análise de resultados, pois uma interpretação errada desses indicadores pode levar a resultados errados e com isso ao comprometimento de toda a operação.

Seja qual for a área em que realizamos ações de marketing digital, como comércio eletrônico, sites institucionais, blogs e mídias sociais, saber e aplicar a diferença entre métrica e KPI é fundamental para o processo de web análise e gestão do projeto.

 

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A importância do anúncio na internet

Os anúncios online são importantes para sua empresa ter um maior destaque dentro da internet.

Postado em 26/11/2015


Quando analisado os números da internet no Brasil e no mundo uma pergunta vem a mente. Porque muitos empresários brasileiros ainda não investem ou investem pouco em internet?

No Brasil o aumento de uso da internet já atingiu 43%, segundo IBOBE, já somos 82 milhões de usuários acima de 16 anos. Se compararmos com outros países que a internet também tem um nível de aumento maior que 40% da população, o Brasil ainda está bem atrás em investimento de mídia em internet. Pra se ter uma ideia, em junho de 2012 o investimento em internet no Brasil chegou a pouco menos de 12% e passou o de jornal, mas ainda é pouco.

Vemos que um motivo para isso talvez seja a falta de conhecimento. O empresário acompanha constantes notícias falando sobre crescimento da internet e do comércio eletrônico, mas ainda assim tem uma resistência de investir nessa mídia, porque as mídias convencionais ainda funcionam e não experimentaram ainda o marketing digital, ou experimentaram e tiveram uma experiência ruim com uma agência despreparada.

Um dos detalhes mais importantes em um planejamento de mídia é o público-alvo, pois sua análise cuidadosa é que vai determinar, entre outras coisas, o canal em que os anúncios serão veiculados, a linguagem utilizada no anúncio e o direcionamento que o anúncio dará àquele prospect, no caso de conversão realizada. Por exemplo, se meu público tem um histórico favorável ao contato telefônico, posso criar anúncios voltados para acessos de dispositivos móveis que, ao serem “clicados”, disparem uma ligação à central de vendas ao invés de direcionar a um link. Concluímos que o sucesso de uma campanha depende do correto direcionamento do anúncio, em relação ao público-alvo, principalmente.

Dessa forma, uma das necessidades do anunciante (e do veículo, consequentemente) é de conseguir segmentar ao máximo seu anúncio. Dar “tiros de canhão” já não funcionam nos mercados de nicho, em que os clientes são tão específicos quanto os produtos oferecidos. Numa realidade assim, de nada adianta um anúncio em um grande canal se não se sabe qual é o público que será impactado. Mas ao que parece, é o que continua ocorrendo por aí.

Um artigo no site da Associação Brasileira das Agências Digitais (ABRADi), afirma que grandes organizações de mídia têm dificuldades de transferir parte de sua publicidade das plataformas tradicionais para canais na internet. O principal motivo seria o fato de que “os anúncios nos sites de informação tendem a não se basear no direcionamento aos interesses do usuário, estratégia considerada chave para o futuro do faturamento digital”. Aparentemente, este é um sintoma de que sites noticiosos não conseguem segmentar seu público para aumentar a eficiência de sua publicidade.

O artigo continua: “Com exceção de três dos 22 pesquisados (Yahoo! News, NYTimes.com e CNN.com), os sites não usam em escala significativa as ferramentas que personalizam os anúncios com base no comportamento do usuário.

Em contraste’, diz o estudo, ‘a publicidade altamente direcionada já é um componente-chave no modelo de negócios de operações como Google e Facebook.’

Já conhecemos bem o sucesso do Google com anúncios segmentados – Adwords – que são sua principal fonte de receitas. O Facebook ataca neste mesmo sentido, com uma capacidade de direcionamento potencialmente maior de seus chamados Facebook Ads, por deter dados mais detalhados de sua audiência, como sexo, idade e alguns gostos particulares. O planejamento detalhado é importantíssimo para o sucesso de qualquer campanha, pois hoje em dia o retorno sobre o investimento é uma métrica cada vez mais importante para os gestores. E como a medição deste retorno é bastante sólida em meios digitais, essa questão se torna um trunfo para a mídia online.

Seja qual for seu orçamento para publicidade online, o melhor a fazer é recorrer a agências qualificadas para a tarefa de planejamento e concepção de campanhas digitais para que seu retorno justifique o investimento. A menos que se tenha um departamento interno que o faça de forma profissional, arriscar-se sem recorrer à ajuda externa é praticamente uma garantia de insucesso. Afinal, nenhuma empresa quer ver seu orçamento de mídia ser derrubado por causa de uma campanha mal direcionada e retorno negativo dos recursos empregados. Pretende conseguir um maior budget para publicidade online da sua empresa? Empregue bem o que já tem destinado à essa finalidade, apresente os resultados e justifique, assim, um aumento na verba para conseguir resultados ainda melhores no futuro.

Segue abaixo as dicas para o seu site, resumindo o texto acima e colocando mais algumas coisas que você deve seguir para o seu site ser bem visto:

  • Internet não é magica. Leva um certo tempo para se consolidar. É preciso se lançar profissionalmente nela;

  • Um Site mal feito espanta o turista. É publicidade negativa. Não precisa ganhar o “Oscar”, mas tenha um site bonito, bem programado e informativo;

  • O site não é feito para agradar o empresário, mas para informar o cliente. Sendo assim analise o site sob perspectiva do consumidor;

  • Esqueça o sobrinho “fera no computador” que sabe fazer site. Entre em contato com a Tanda Interativa;

  • Lembre-se que você também tem responsabilidades. Não há como gerar um site sem material. Forneça um bom material e as informações necessários ao webmaster.

  • Um site profissional não precisa custar uma fortuna, e nem pode custar uma “merreca”. Procure um plano que atenda todas as suas necessidades;

  • Fotos boas e texto conciso pegam bem. Serão a imagem da sua empresa. Se preciso contrate um fotografo e um bom redator;

  • Um bom site significa comodidade e economia para o visitante. Não sonegue informações básicas como telefones, preços, localização de sua empresa;

  • Tenha um domínio próprio e curto. Assim será mais fácil achá-lo;

  • Tenha um e-mail da empresa. E responda as mensagens recebidas diariamente. Sem isso pouco adiantará ter um site, mesmo que excelente. O plano com e-mails você também pode contratar pela Tanda Interativa;

  • Evite e-mails gratuitos (Hotmail, Gmail etc) para sua empresa. Cria uma má impressão no visitante, que vai achar que sua empresa faz economia “porca” na Internet. Ele então ficará em duvida se sua empresa também economiza assim nos outros serviços que sua empresa presta;

  • Divulgue seu site em cartões, folderes, planfetos, outros sites... Ter uma pagina e não divulgar é o mesmo que ter um telefone que ninguém sabe o numero;

  • Tenha um site responsivo, além de dar uma boa impressão ao cliente, se adequá as novas regras de pesquisa do Google.

 

 

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PHP 7 já está em funcionamento

A nova atualização da linguagem já chegou. Veja as principais mudanças e a opinião da Tanda Interativa.

Postado em 11/11/2015


 

Em julho de 2015 foi lançado o beta release do PHP 7, sendo a primeira versão maior a ser liberada depois de anos e a sucessora da atual 5.6. Essa nova versão trás muitas novidades e é um salto incrível para o PHP em termos de performance e sintaxe do código.

Mas o que houve com o PHP 6? Há alguns anos circulou uma versão preliminar do que pretendiam lançar como o PHP 6. A versão nunca foi concluída, mas algumas empresas a utilizaram e inclusive livros foram publicados sobre ela. Para evitar confundir a nova versão do PHP com esse pre-release antigo, resolveram batizá-la de "PHP 7".

Por enquanto, nós da Tanda Interativa não utilizaremos o PHP 7 porque muitos plugins ainda não foram desenvolvidos. O novo programa removeu alguns recursos obsoletos necessitando alguma mão de obra para fazer esses recursos voltarem a funcionar. Neste caso seria necessário mexer no código, ou esperar alguém desenvolver algum tipo de plugin para corrigir esse problema, como por exemplo: MySQL_. Este comando foi excluído. Muitos programadores que o utilizam, ainda não aderiram ao PHP 7, porque para concluírem seus projetos, esse(s) comando(s) precisam funcionar, então eles preferem manter na versão mais antiga e aguardar uma noticia sobre o funcionamento desses recursos.

Vamos às novidades:

Performance, muita performance!

A performance do PHP 7 em relação ao 5 aumentou em torno de 10–25% de acordo com os primeiros testes. Existem vários testes de performance por aí, alguns sugerindo mais velocidade do que usando a HHVM, que é uma versão modificada do PHP utilizada no facebook, muito mais rápida e eficiente, porem complicada de instalar e configurar.

Novas palavras reservadas

No PHP 7 teremos novas palavras reservadas, incluindo os nomes dos tipos de dados primitivos (int, float, bool, string, true, false, null) além de resource, object, scalar, mixed e numeric. Essas palavras não poderão ser usadas em namespaces, nomes de classes, traits e interfaces.

Essa mudança foi feita agora para possibilitar a criação de classes representando tipos escalares em uma versão futura (quem sabe no PHP 7.1!). Para ver a mágica que se pode esperar disso, consulte este repositório: https://github.com/nikic/scalar_objects. Já pensou poder chamar $string->length() ao invés de strlen($string)?

Remoção dos Construtores do PHP 4

No PHP 5 ainda era suportado o jeito antigo de escrever métodos construtores para as classes. No PHP 7 esses construtores antigos lançarão um aviso do tipo E_DEPRECATED

<?php 
class Veiculo
{
    public function
veiculo()
    {
        // um construtor no PHP 4, lançará um
E_DEPRECATED no PHP
7
    }
    public function
__construct()
    {
        // um
construtor no PHP 5
    }
}

Operador "Espaço-nave": <=>

Esse operador funciona de forma semelhante aos <, <=, ==, > e >=, mas caso a comparação seja idêntica, retornará 0. Se o valor da esquerda for maior, retornará 1, se o valor da direita que for maior, retornará -1.

Declaração do Tipo de Retorno

É possível declarar o tipo de retorno dos métodos, desta forma assegurando o tipo de retorno de maneira mais consistente do que simplesmente escrevendo um PHPDoc. Através disso será possível prevenir que um método que sobrescreve outro quebre o tipo de retorno original, além de impossibilitar que um método retorne null, forçando uma boa prática de programação.

Tipos de Parâmetros Escalares

O PHP 5.6 já permite obrigar que um argumento de um método seja do tipo array ou uma instância de determinada classe. Com o PHP 7 também é possível declarar que um parâmetro precisa ser de um tipo escalar (int, float, string e bool)."

Operador "Null Coalesce": ??

Muitas vezes temos a necessidade de testar se um parâmetro existe, retornando seu próprio valor caso positivo, e um valor alternativo caso contrário. No PHP 5.6, teríamos de testar a existência do parâmetro antes de retornar seu valor, caso contrário receberíamos um E_NOTICE. Agora é possível usar o operador ??, que testa a presença do parâmetro e não lança um aviso em caso de não estar definido:

<?php
$lista = ['chave'
=> 'valor'];
// PHP 5.6
$a = isset($lista['nao_tem']) ?
$lista['nao_tem'] :
123; // válido
$a =
$lista['nao_tem']
?: 123; // E_NOTICE se a chave não
existir
// PHP 7
$a =
$lista['nao_tem']
?? 123; // válido

Sintaxe Uniforme de Variáveis

Foi introduzida uma sintaxe de variáveis consistente, que permitirá realizar operações sobre expressões arbitrárias, aninhadas e/ou diferentes, de forma semelhante ao que já podemos fazer em JavaScript.

<?php
$empresa->getConsultores()[0]->marcarComoAtivo();
Classe::getClosure()();

Remoção de Tags Alternativas

As seguintes tags alternativas para abrir e fechar código PHP foram removidas: <%, <%=, %>, .

Agrupar classes inclusas com "use"

Quando utilizamos diversas classes de um mesmo namespace, agora será possível agrupá-las ao invés de repetir o namespace para cada classe:

?php
// PHP 5.6
use
yiihelpersArrayHelper;
use
yiihelpersHtml;
use
yiihelpersUrl;
// PHP 7
use
yiihelpers{ArrayHelper,
Html, Url};

Operador de Divisão de Inteiros

Foi adicionado um novo operador (%%) e uma nova função (intdiv) que permitem a divisão de um inteiro por outro, retornando um inteiro ao invés de um float. Desta forma, 3 %%2 (ou intdiv(3, 2)) resultaria em 1 enquanto 3 / 2 resultaria em 1.5.

Classes Anônimas

Tais como funções anônimas (closures), classes anônimas são úteis quando apenas criadas e/ou utilizadas em tempo de execução.

<?php
var_dump((new
class {
     public
function execute() { return 12345; }
})->execute());
// 12345

Conclusão

O ciclo para envio de novas propostas para o PHP 7 já está encerrado, então é possível que não hajam outras novidades importantes nesta versão. Para saber mais e acompanhar o desenvolvimento do PHP, acompanhe a página de Request for Comments no site.

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Google dará exclusivdade a sites responsivos

Com o aumento da utilização de dispositivos móveis, sites que não atendem as exigências não serão indexados no Google.

Postado em 06/11/2015


 

Um site responsivo se adéqua a sua tela, ou seja, reposiciona os elementos do site, a fim de mantê-lo com uma rolagem vertical apenas, e fazer com que não tenha a barra inferior (Horizontal) de rolagem. Se o site possuir uma barra lateral com chamadas, login e etc, estes são reposicionados. Em muitos casos, dependendo do CMS (Administração do site) ou codificação CSS, é possível especificar quais serão os “módulos” que devem aparecer em uma versão menor de tela, por exemplo, para celular não exiba a busca do site e assim por diante.

Conforme anunciado em fevereiro, a partir de 21 de abril de 2015 o Google fez modificações em seu ranking de buscas. A empresa começou a priorizar os sites com essa característica, visto que no ultimo ano o numero de pessoas que acessam sites por dispositivos moveis aumentou em 200%. Segundo um porta-voz da empresa, 61% dos usuários se mostram insatisfeitos quando um site não abre corretamente em seu celular ou tablet. Um porta-voz do The Wall Street Journal disse o seguinte: "Com as pessoas fazendo cada vez mais buscas em seus dispositivos móveis, queremos ter certeza de que elas podem encontrar conteúdo não apenas relevante e oportuno, mas também fácil de ler e de interagir em telas menores".

Em 2016 o plano é deixar nos padrões de busca apenas sites que correspondem as exigências da empresa, ou seja, se seu site não atender essas características ele não sera achado em uma busca no Google.

Outro critério que passa a ser adotado é a performance de conexão do site, que deve ser leve o suficiente para carregar com as velocidades da internet móvel, relativamente menores que as do acesso fixo.

O Google defende que a mudança deve ser feita porque a experiência com sites não responsivos é ruim e pouco útil para os usuários. Fontes pequenas ou uma barra lateral que desce "eternamente" são alguns dos exemplos de problemas que estes sites podem apresentar. Para os negócios, um site que não se adapta também pode ser ruim. Uma pesquisa mostrou que 74% das pessoas estão mais propensas a voltar para um site se ele for mobile-friendly.

Para saber se seu site é responsivo, clique aqui.

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